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e&e No 24 Página
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Matriz Energética e de Emissões
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PROJEÇÃO DO USO DE ENERGIA NO SETOR RESIDENCIAL e LEVANTAMENTO DE EMISSÕES POR ENERGIA EQUIVALENTE NO SETOR (CONCLUSÃO)PROJEÇÃO DO USO DE ENERGIA RESIDENCIAL NO PERÍODO 2000/ 2020.Usando os dados da Planilha 1, anexa, foram elaboradas duas versões da projeção, a primeira partindo da logística linearizada (gráfico 6), mediante a transformação inversa à de linearização, e a segunda usando a correlação EE = f ( Pop. Urbana, PIB) Os resultados estão registrados na tabela abaixo. O desvio médio entre as duas projeções é de 3%. Tabela: Projeção Energia Equivalente;
RESOLUÇÃO DA ENERGIA EQUIVALENTE EM ENERGIA FINAL.A resolução é necessária para os cálculos de emissão, dado a diferença de coeficientes entre os diversos energéticos. Em princípio, pode-se utilizar a participação de cada energético na energia equivalente ou projetar separadamente a energia equivalente de cada um deles e voltar, assim, à energia final. Como a eletricidade não acarreta emissão no uso, basta projetar a demanda final de gás (compreendendo o GLP, o gás natural e o gás canalizado), na qual o GLP é largamente dominante na atualidade e ainda dominará nas próximas décadas, à vista do elevado custo das instalações residenciais de gás canalizado. GLP.Os gráficos abaixo mostram a seqüência de levantamento da curva de variação da demanda residencial de GLP. A demanda máxima estimada é de 7,72 Mtep/ano.
Gráfico 7 - Taxa de variação da demanda residencial de GLP
Gráfico 8 - Logística linearizada da demanda de GLP A demanda projetada a partir da logística linearizada está registrada na tabela e gráfico abaixo.
Gráfico 9 - Consumo residencial de GLP. Para avaliar a importância relativa da população urbana e da renda sobre o consumo de GLP, foi ajustada aos dados de consumo entre 1975 e 1988 uma função das variáveis acima mencionadas. A equação da correlação linear dupla é GLP (Mtep)= 0,0658 Pop. Urb. (milhões) + 0,00074 PIB (B $94 ) - 2,988 o que mostra ser a população urbana a variável preponderante.
LENHA E CARVÃO VEGETAL. O gráfico 10, abaixo, mostra a evolução do consumo de lenha e carvão vegetal no intervalo 1970-1998. Para o cálculo de emissões será considerado o consumo residual de 6 Mtep/ano.
Os resultados da conversão para energia final foram usados no cálculo das emissões (Planilha 2) A emissão de poluentes atmosféricos no Setor Residencial não é ainda regulamentada no Brasil. Desta forma, o cálculo será baseado nos coeficientes adotados pelo IPCC para emissões não controladas ("default"), convertidos de kg/Tj para kg/tep, mediante a relação 1 tep = 0,0452 Tj A tabela a seguir resume os valores de interesse. Coeficientes de emissão - kg/tep
A emissão de CO2 por combustíveis da biomassa é dispensada pelo IPCC. Para os combustíveis gasosos, seu cálculo baseia-se no balanço de carbono, utilizando-se os fatores de emissão de carbono registrados na tabela 2 do "Guidelines"do IPCC. Para esses combustíveis, os coeficiente de emissão que figuram na planilha 2, anexa, foram obtidos pela ponderação dos coeficiente originais pela participação no consumo final. O gráfico 11, abaixo, mostra a evolução das emissões por combustíveis da biomassa entre 1970 e 1998.
Gráfico 12 - Biomassa As emissões por combustíveis gasosos (GLP, GN e gás canalizado) em mil toneladas estão no gráfico 13.
Gráfico 13 - Emissões por combustíveis gasosos (1.000 t). |