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Nº 84: Outubro/Dezembro 2011
Versões em Inglês e
Português disponíveis em:
http://ecen.com
Informações sobre a Organização
Economia e
Energia -
e&e OSCIP
Revista e&e
83 versão em PDF

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Textos
para Discussão:
Carlos
Feu Alvim -
feu@ecen.com
José
Fantine -
josefantine@gmail.com
São apresentados dois
cenários econômicos para o Brasil nos próximos oito anos e para se
alcançar o crescimento desejável é necessário que haja mais investimento
bem como aumentar a produtividade de capital.
Nota:
O texto na internet foi revisto levando em conta os dados das Contas
Nacionais anuais até 2009 e as trimestrais até o 3o trimestre de
2011.
Projeto Conceitual
e Análise de Viabilidade Econômica de Unidade de Geração de Energia
Elétrica Eólica na Lagoa dos Patos – RS
Ernesto Augusto Garbe,
Renato
de Mello e Ivan Tomaselli
A validade econômica de
implantação de geração elétrica eólica na Lagoa dos Patos, Rio Grande do
Sul é analisada. Tal fonte de energia elétrica vai permitir o estado tenha
uma matriz energética flexível e seja auto-suficiente.
Editorial:
O Brasil
atravessou a primeira onda da presente crise (2009) com relativa
facilidade. A perda de crescimento naquele ano foi praticamente
compensada pelo "pibão"' de 2010.
No presente número, fazemos uma análise da conjuntura
econômica para os próximos sete anos e chegamos a conclusão que é
possível voltar a crescer a 7% ao ano não obstante a segunda onda da
crise, desta vez concentrada na Europa. Um novo "pibão"
é possível para 2012 baseado em investimentos já feitos o que
possibilitaria concretizar uma arrancada para o desenvolvimento
sustentado nos próximos anos. Será preciso aumentar moderadamente a taxa
de investimento e assegurar o melhor uso da capacidade produtiva
existente no País.
Também será preciso que se mantenha as condições
favoráveis de termos de troca no comércio externo. Nosso desenvolvimento
atual está muito mais atrelado ao dos países emergentes que ao dos
desenvolvidos.
As circunstâncias externas e uma certa ousadia de
pensar com a própria cabeça permitiram, neste ano, livrar o Estado
Brasileiro do peso das altas taxas de juros internas.
A ocasião de final de ano nos permite manifestar esse
otimismo cuja fundamentação apresentamos no artigo. Esperemos que 2012 e
os anos seguintes justifiquem essa esperança.
Brasília, 31/12/2011 |